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Ricardo Gomes reprova expulsão de Dagoberto e promete punição

Treinador diz que jogador se desconecta e perde o equilíbrio na partida

Dagoberto começou 2010 como praticamente terminou 2009: expulso por uma jogada desnecessária. Na reta final do Brasileiro, ele saiu contra o Grêmio e desfalcou o São Paulo por três partidas ao ser punido pelo STJD. Agora, na estreia pelo Paulistão, fez falta dura em Henrique sem bola e também recebeu o vermelho no segundo tempo. Já perdendo, o Tricolor teve ainda mais dificuldades e acabou derrotado por 3 a 1 para a Portuguesa, neste domingo, no Morumbi. O técnico Ricardo Gomes reprovou a atitude do atacante e vai aplicar uma punição, mas prefere não divulgar qual será. Para o treinador, o jogador se desconecta da partida em certo momento, mas deveria já ter aprendido que não pode agir assim.

- Ele tem uma personalidade que não é fácil, mesmo sendo boa pessoa é explosivo e apesar de ter experiência não consegue se controlar. Ele tem que deixar isso de lado urgentemente. Já que ele não conseguiu fazer por si, vamos resolver para ele, tomando as medidas internamente. Todas as expulsões dele foram assim, ele perde a conexão, sai do jogo e se desequilibra. Não pode ser assim - criticou o treinador.

Gomes também admitiu que nunca havia presenciado uma torcida chamar o jogador de burro por causa de uma expulsão. Foi o que aconteceu no Morumbi neste domingo. Assim que recebeu o vermelho, Dagoberto ouviu o coro dos torcedores. Para o comandante, o episódio contra o Grêmio marcou o atacante.

- O fato anterior foi muito falado, é recente e nos colocou em dificuldade no Brasileiro. A torcida está com isso na cabeça. Foi o primeiro jogo em casa, o jogador repete o protocolo, e o torcedor não concordou. Mas é assim, o torcedor está certo, tem que cobrar. Nunca tinha visto isso acontecer - ressaltou.

Apesar de não ter gostado do que Dagoberto fez, Gomes não o culpou pela derrota, mas disse que a expulsão dele obrigou o time a correr muito mais para suprir a ausência de um atleta em campo.

- Ele não foi o responsável até porque quando ele saiu a Portuguesa estava com a vantagem. A responsabilidade dele é pelo time ter chegado ao fim do jogo se arrastando, pois com dez tem que correr mais. Ele fez um bom primeiro tempo. No segundo, a bola não chegava mais, e ele perdeu o equilíbrio. Ele disse que foi provocado, levou um tapa, mas mesmo assim não poderia fazer isso.

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