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São Paulo avalia possíveis saídas e aguarda definição do futuro de James.

A próxima janela de transferências, que reabre em julho, promete ser movimentada no São Paulo. Além da possíveis chegadas, a diretoria presidida por Julio Casares não descarta vender alguns jogadores da equipe na metade do ano. A prioridade do São Paulo é manter o elenco competitivo e não deixar cair a qualidade técnica do time. Entretanto, o presidente Julio Casares, em conversa com a imprensa na última segunda-feira, não descartou saídas caso o Tricolor receba propostas "vantajosas". A diretoria tricolor nutria a expectativa de que o volante Pablo Maia atraísse ofertas do exterior em julho. Contudo, o jogador se lesionou e acabou adiando uma possível ida à Europa. No ano passado, o São Paulo adotou uma estratégia de segurar seus principais jogadores visando o retorno esportivo. A estratégia deu certo, tendo em vista que a equipe conquistou o título inédito da Copa do Brasil. Porém, a dívida do time sofreu um aumento de R$ 80 milhões em comparação a 2022 (de R$586,5 milhões para R$666,6 milhões). Agora, o cenário mudou. Casares ainda prioriza a questão técnica, mas admite que o clube precisa negociar jogadores para "fechar as contas". "Sobre a janela, tínhamos a perspectiva de que algumas propostas poderiam chegar. O Pablo [Maia] teve uma contusão, é um jogador de Seleção Brasileira. Pode acontecer, vamos avaliar. Temos o princípio de que não podemos perder a qualidade técnica do elenco, mas também não podemos deixar de ser um vendedor se vier uma proposta positiva. O atleta às vezes quer sair, e nós seguramos o quanto for possível. Agora não será diferente, vamos tentar seguir esse equilíbrio. Não é fácil, lá no final do ano temos que fechar as contas. Não adianta só crescer no marketing, bilheteria e premiação. Temos que fechar a conta, e a venda de jogador é um produto", disse o dirigente. Julio Casares, presidente do São Paulo, conversou com a imprensa nesta segunda-feira, no Morumbis (Foto: André da Silva Costa/Gazeta Press)

Crédito: André da Silva Costa/Gazeta Press

Outro caso a ser debatido pelo clube nos próximos meses é o de James Rodríguez. O meio-campista colombiano está com a seleção do seu país, que se prepara para a Copa América, e não deve atuar mais pelo Tricolor. O São Paulo aguarda o término do torneio continental para definir o futuro do jogador. A diretoria espera que James se valorize e atraia propostas do exterior para vender o atleta na metade do ano. Ele está na mira do Celta de Vigo, da Espanha, mas Casares garante que o clube não recebeu nenhuma oferta, até o momento. "Não tem proposta nenhuma. Às vezes vejo nas redes sociais, tem muita notícia, mas nunca tivemos nada objetivamente como proposta. Ele é um jogador internacional, jogou bem na seleção da Colômbia. Vamos aguardar a Copa América, acho que depois de lá esse quadro vai ficar mais completo. A decisão é sempre da comissão técnica, que tem total autonomia de dar o encaminhamento e contar com os jogadores que temos hoje à disposição", afirmou o presidente. James Rodríguez disputou 22 partidas pelo São Paulo, marcando dois gols e distribuindo quatro assistências desde a chegada ao Morumbis, há onze meses. Embora o jogador não tenha rendido como o esperado, a diretoria crê que sua contratação foi importante nos bastidores para mostrar a Lucas Moura a força do projeto e convencê-lo a retornar ao clube. O colombiano de 32 anos chegou ao Tricolor sem custos de transferência e firmou contrato válido até junho de 2025.


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