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Daniel Alves entra com recurso por liberdade provisória na Espanha; veja os bastidores

Daniel Alves teve o seu contrato rescindido pelo Pumas, do México, após ter prisão preventiva ordenada pela Justiça da Espanha Mauricio Salas/Jam Media/Getty Images

A equipe jurídica de Dani Alves apresentou recurso nesta segunda-feira (30) para que o jogador seja libertado da prisão preventiva, segundo informou a EFE.



O lateral brasileiro está preso na Espanha desde o dia 20 de janeiro, quando um juiz ordenou que ele fosse preso preventivamente após ser acusado de agressão sexual.


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Daniel Alves, de 39 anos, é acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate em Barcelona no dia 30 de dezembro do ano passado.

Sua nova equipe jurídica, chefiada por Cristobal Martell, apresentou um documento de mais de 20 páginas afirmando que o jogador não apresenta risco de fuga, que é um dos argumentos da Justiça espanhola em sua decisão de manter o ex-jogador do Barcelona preso.

A juíza Maria Concepción Canton Martín, que ordenou a prisão preventiva do jogador, considerou como risco potencial de fuga a situação financeira de Alves, que reside no exterior e possui nacionalidade brasileira e espanhola.

O Brasil não tem acordos de extradição com a Espanha, o que poderia aumentar o risco de fuga da Justiça espanhola e se refugiar em solo brasileiro.

O recurso apresentado pela defesa de Daniel Alves pede que o tribunal do Barcelona revogue a decisão e liberte o jogador enquanto a investigação continua.

Alves está disposto a aceitar menos medidas de precaução, incluindo o uso de uma pulseira de rastreamento se o tribunal concordar com sua liberdade provisória.

Advogado conhecido na Espanha, Martell lidou com casos de inúmeras celebridades, incluindo a fraude fiscal de Lionel Messi em 2016.

Martell visitou Daniel Alves na última sexta-feira (27) na prisão Brians 2, em Sant Esteve Sesrovires, a 40 km Barcelona, ??onde o lateral divide uma cela com outro preso. O presídio abriga, principalmente, indivíduos ligados a crimes sexuais.

Ainda não há data marcada para o julgamento do caso.

A investigação inicial foi iniciada no início de janeiro, mas não foi até o juiz ouvir as declarações de Alves e da jovem, no dia 20 de janeiro, quando o jogador foi detido.

Para fundamentar a sua decisão, a juíza levou em consideração os resultados biológicos realizados na suposta vítima, as câmeras de segurança da boate, bem como as declarações contraditórias de Alves.



Uma acusação de agressão sexual na Espanha pode significar desde apalpação sexual não solicitada e indesejada até estupro.

O Pumas, do México, rescindiu o contrato de Alves após sua detenção.

Alves nega ter cometido qualquer tipo de crime.

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