Uma montanha de dinheiro! Casares diz que São Paulo tem déficit de R$ 106 milhões
Segundo Julio Casares, propostas por Gabriel Sara e Nestor somariam 17 milhões de euros
Fonte Globo esporte
17 de Março de 2022
O presidente do São Paulo, Julio Casares, confirmou nesta quinta-feira, em entrevista ao ge, que apresentará ao Conselho Deliberativo do clube um déficit de R$ 106,4 milhões no balanço de 2021.
O valor, segundo o dirigente, se justifica principalmente pela decisão de não vender duas promessas do clube por um montante, somado, de 17 milhões de euros (que dariam R$ 107,27 milhões na cotação do fim de dezembro e R$ 95,57 milhões na cotação desta quinta).
Embora não os tenha nomeado, Casares se refere a Rodrigo Nestor e Gabriel Sara, que tiveram propostas da Ucrânia e dos Estados Unidos, respectivamente.
– Em dezembro, tínhamos propostas para dois atletas que somariam 17 milhões de euros. Esse déficit não apareceria. Apresentaríamos um superávit um pouco pequeno. Mas são dois atletas promissores, que vão ter valorização maior. Se vendo por esse valor, vou balizar as demais revelações para a próxima janela por um valor menor. Acreditamos na valorização do atleta. Estamos fazendo esse sacrifício para na próxima janela ter a necessidade da venda. Estamos deixando os atletas por duas, três temporadas cheias, para deixar um legado esportivo – disse Casares.
– Às vezes, as propostas chegam de centros esportivos que não são bons para o atleta. É importante que vá para um time da Europa, que dispute grandes competições, para cenários de maior penetração no mundo. Não que a liga americana não tenha qualidade, que a Ucrânia não tenha. Pensando nas finanças do São Paulo, fizemos um sacrifício. Poderia vender dois atletas por 17 milhões de euros e apresentar um superávit. Preferi apresentar o déficit e dar um salto importante em 2022, valorizando a base do São Paulo – completou.
Casares citou outros motivos para o déficit. E argumentou que o valor negativo é um passo para no futuro, segundo ele, ser superavitário.
– Vamos apresentar um déficit de R$ 106,4 milhões. O déficit anterior a esse batia em R$ 130 milhões. Há uma tendência de melhora. Nesse exercício, tivemos inúmeros compromissos que se refletem no balanço, rescisões de contratos, acordos judiciais, variações cambiais. Pagamos compromissos anteriores, dívidas de jogadores em curtíssimo prazo, processos que estavam na Fifa, em que o São Paulo poderia perder o direito de registro e até um possível rebaixamento. Esse pequeno estouro foi para que a gente conseguisse compor um elenco competitivo. (...) Vamos perseguir o superávit, mas temos que dar esse passo, embutir em 2021 grandes transformações que dão uma perspectiva diferente para 2022 e 2023. A expectativa é em 2023 falar de um balanço já com grandes resultados.
– É um déficit inferior ao déficit anterior. Mas não queremos déficit: queremos superávit. Para chegar ao superávit, precisamos valorizar nossos ativos. Não posso vender o jogador por qualquer moeda.
Segundo Casares, o déficit era esperado. Ele reforçou que preferiu manter os atletas assediados pelo exterior.
– Já estava no planejamento, com todas as dificuldades do cenário econômico, de transação de atletas, um resultado ainda deficitário. Mas preferimos manter um time, um legado esportivo, com maior valorização dos nossos ativos, dos jovens. (...) O déficit que será apresentado, embora menor do que o anterior, poderia ter sido resolvido e sanado se tivéssemos vendido dois atletas. E tínhamos condições de vendê-los. Mas aí o São Paulo teria um grande prejuízo esportivo.
O valor, segundo o dirigente, se justifica principalmente pela decisão de não vender duas promessas do clube por um montante, somado, de 17 milhões de euros (que dariam R$ 107,27 milhões na cotação do fim de dezembro e R$ 95,57 milhões na cotação desta quinta).
Embora não os tenha nomeado, Casares se refere a Rodrigo Nestor e Gabriel Sara, que tiveram propostas da Ucrânia e dos Estados Unidos, respectivamente.
– Em dezembro, tínhamos propostas para dois atletas que somariam 17 milhões de euros. Esse déficit não apareceria. Apresentaríamos um superávit um pouco pequeno. Mas são dois atletas promissores, que vão ter valorização maior. Se vendo por esse valor, vou balizar as demais revelações para a próxima janela por um valor menor. Acreditamos na valorização do atleta. Estamos fazendo esse sacrifício para na próxima janela ter a necessidade da venda. Estamos deixando os atletas por duas, três temporadas cheias, para deixar um legado esportivo – disse Casares.
– Às vezes, as propostas chegam de centros esportivos que não são bons para o atleta. É importante que vá para um time da Europa, que dispute grandes competições, para cenários de maior penetração no mundo. Não que a liga americana não tenha qualidade, que a Ucrânia não tenha. Pensando nas finanças do São Paulo, fizemos um sacrifício. Poderia vender dois atletas por 17 milhões de euros e apresentar um superávit. Preferi apresentar o déficit e dar um salto importante em 2022, valorizando a base do São Paulo – completou.
Casares citou outros motivos para o déficit. E argumentou que o valor negativo é um passo para no futuro, segundo ele, ser superavitário.
– Vamos apresentar um déficit de R$ 106,4 milhões. O déficit anterior a esse batia em R$ 130 milhões. Há uma tendência de melhora. Nesse exercício, tivemos inúmeros compromissos que se refletem no balanço, rescisões de contratos, acordos judiciais, variações cambiais. Pagamos compromissos anteriores, dívidas de jogadores em curtíssimo prazo, processos que estavam na Fifa, em que o São Paulo poderia perder o direito de registro e até um possível rebaixamento. Esse pequeno estouro foi para que a gente conseguisse compor um elenco competitivo. (...) Vamos perseguir o superávit, mas temos que dar esse passo, embutir em 2021 grandes transformações que dão uma perspectiva diferente para 2022 e 2023. A expectativa é em 2023 falar de um balanço já com grandes resultados.
– É um déficit inferior ao déficit anterior. Mas não queremos déficit: queremos superávit. Para chegar ao superávit, precisamos valorizar nossos ativos. Não posso vender o jogador por qualquer moeda.
Segundo Casares, o déficit era esperado. Ele reforçou que preferiu manter os atletas assediados pelo exterior.
– Já estava no planejamento, com todas as dificuldades do cenário econômico, de transação de atletas, um resultado ainda deficitário. Mas preferimos manter um time, um legado esportivo, com maior valorização dos nossos ativos, dos jovens. (...) O déficit que será apresentado, embora menor do que o anterior, poderia ter sido resolvido e sanado se tivéssemos vendido dois atletas. E tínhamos condições de vendê-los. Mas aí o São Paulo teria um grande prejuízo esportivo.
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É ao contrário Alessandro Sampaio, os bandidos vão acabar com o São Paulo!
Sao paulo vai acabar com.esses bandidos
Pensamento totalmente equivocado esse do Casares. Déficits sucessivos vão sangrar o São Paulo até a morte pela necessidade de rolagem da dívida. Lamentavelmente estamos caminhando a passos largos para nos tornarmos o cruzeiro paulista.
Paga os jogadores caloteiro
Está claro o desespero em vender os meninos de Cotia.
Pelo menos não estão vendendo por qualquer valor.