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Jogadores fazem homenagem a profissionais da saúde

Cris Rozeira, Hernanes e outros jogadores aderiram à campanha de chuteiras personalizadas com nomes de profissionais que estão na linha de frente contra a Covid-19

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Se você acompanha as redes sociais de jogadores por aí, deve ter percebido que alguns deles, como Vagner Love, do Kairat, e Cris Rozeira, do Santos, fizeram postagens nas últimas semanas homenageando profissionais da saúde com aquilo que eles utilizam em campo como ferramenta de trabalho: as chuteiras.



Além deles, também participaram da campanha o jogador Felipe Melo, do Palmeiras; Luan Guilherme, do Corinthians; e Hernanes e Glaucia Cristiano, do São Paulo. Em suas redes oficiais, os atletas publicaram fotos de suas chuteiras da Adidas personalizadas com nomes de profissionais da área da saúde como forma de homenageá-los por conta do combate ao coronavírus no Brasil.

A Covid-19 matou mais de 67 mil pessoas no Brasil desde o início da pandemia por aqui, em março. No dia 16 do mesmo mês, o Campeonato Paulista foi suspenso, quando Vagner Love ainda era jogador do Corinthians – no dia 5 de junho ele rescindiu seu contrato e, no dia 23, assinou com o Kairat, do Cazaquistão. Para ele, apesar de simples, a homenagem é uma forma de agradecer por tudo que está sendo feito por esses profissionais.


- Tínhamos noção da dificuldade que os profissionais estavam tendo de administrar tudo isso e pode ter certeza que, para mim, eles foram e são heróis, e a gente tem que dar cada dia mais valor a eles. Eu tenho a maior alegria e felicidade de saber que existem essas pessoas tomando a frente nesta pandemia e merecem todos os méritos que podemos dar – disse o atacante ao LANCE!.

- Por mais que seja uma homenagem simples, nossa vontade é a de mostrar quão importante esses profissionais são. Fiz o que eu podia para demonstrar minha admiração e respeito. A sensação é maravilhosa de calçar uma chuteira como essa, homenageando profissionais tão incríveis. Pretendo usá-la no retorno ao futebol, que acredito que me dará muita sorte. Espero fazer uma temporada excelente com essa chuteira – complementou Vagner Love.

Cris Rozeira, atacante do Santos e da Seleção Brasileira feminina, esteve com o Brasil para a disputa de um torneio amistoso na França, em março, e contou como foi o início da pandemia do seu ponto de vista:


- Já estava tendo uma preocupação grande na Europa e, assim que chegou no Brasil, a preocupação foi ainda maior, porque temos nossas famílias aqui. Foram dias muito difíceis. Procurei fazer treinamentos em casa, ler, conversar com amigos por vídeo, assistir a filmes, ter reuniões com o clube.

Ela também demonstrou todo seu apreço pelos agentes de saúde, como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas, principalmente os que trabalham e trabalharam ao lado dela na carreira.

- Eles têm um papel fundamental em tudo que está acontecendo. Nosso agradecimento sempre será a eles, por abdicarem dos seus familiares para cuidar dos infectados, por permanecerem nos hospitais enfrentando a doença. Isso mostra o quanto somos gratos aos profissionais da saúde nessa luta. Os homenageados são aqueles que estiveram ao meu lado em diferentes momentos da minha carreira, por quem tenho muito carinho. Nada mais justo, é o mínimo usá-los como representantes da classe médica que estão diretamente ligados ao combate à Covid-19 - destacou Cristiane.

Ela pretende utilizar as chuteiras no retorno do futebol. O Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil femininos serão retomadas no dia 26 de agosto. Já Love, que foi para o Cazaquistão, não voltará aos gramados junto com o Corinthians pelo Paulistão a partir de 22 de julho, conforme autorizado nesta quarta (8) pelo Governo de São Paulo. Mesmo assim, ele falou sobre o início do isolamento, quando ainda era jogador do alvinegro, e como acredita que as coisas vão caminhar a partir de agora.




- O começo foi tudo muito novo, não só pra mim, mas pra todos os jogadores, comissão técnica e pessoas além do futebol. Pegou todo mundo de surpresa e tivemos que entender que é uma necessidade, que ainda é uma necessidade.

Voltaremos com restrições e tenho fé que as coisas vão melhorar. Foi muito difícil no início, ficar três meses só treinando, sozinho, sem saber quando tudo isso vai passar, né? O isolamento social realmente foi bem difícil de entender, porque a gente não estava preparado – finalizou.

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