Além de fechar o ano com déficit, São Paulo deve perder o parcelamento do Profut por estouro de orçamento; veja matéria da Folha de São Paulo
Fonte saopaulo.blog
25 de Dezembro de 2019
A lei que criou o Profut, programa responsável por permitir clubes refinanciarem suas dívidas com a União, determina que a partir de 2019 as agremiações apresentem déficits de no máximo 5% em relação à receita bruta obtida no ano anterior. Isso significa que o São Paulo não pode ficar no vermelho em mais de cerca de R$ 20,5 milhões ao fim desse ano. Se isso acontecer, o clube perde o direito aos parcelamentos obtidos.
Otimista em relação a faturar ao menos R$ 80 milhões com a venda de jogadores até o próximo dia 31, a diretoria acredita que o déficit em 2019 pode cair para R$ 100 milhões. Nas contas da diretoria, desse total, cerca de R$ 80 milhões precisam ser pagos em parcelas nos próximos anos por conta de acordos judiciais, alguns feitos também por outros clubes. O São Paulo entende que esse valor não pode entrar no déficit estipulado na lei por não ser operacional.
Se esses R$ 80 milhões forem descontados, sobraria um déficit operacional de R$ 20 milhões, número que não fere as regras do Profut no caso tricolor. Isso se a meta estipulada com arrecadação com a venda de direitos de atletas for alcançada.
Caso tudo isso aconteça, o São Paulo pretende procurar os responsáveis pela fiscalização do Profut para explicar suas contas. A ideia é apresentar o entendimento de que os valores referentes a acordos judiciais não podem entrar no cálculo por não fazerem parte do resultado operacional do exercício e por serem dívidas antigas, referentes a outros anos. Além disso, não serão pagas totalmente em 2019, apesar de serem lançadas no balanço deste ano. Os cálculos feitos pela direção são-paulina só reforçam a importância de negociar jogadores antes de dezembro terminar.
Fonte: Folhapress
São Paulo, Déficit, Profut, 2019, Tricolor
Otimista em relação a faturar ao menos R$ 80 milhões com a venda de jogadores até o próximo dia 31, a diretoria acredita que o déficit em 2019 pode cair para R$ 100 milhões. Nas contas da diretoria, desse total, cerca de R$ 80 milhões precisam ser pagos em parcelas nos próximos anos por conta de acordos judiciais, alguns feitos também por outros clubes. O São Paulo entende que esse valor não pode entrar no déficit estipulado na lei por não ser operacional.
Se esses R$ 80 milhões forem descontados, sobraria um déficit operacional de R$ 20 milhões, número que não fere as regras do Profut no caso tricolor. Isso se a meta estipulada com arrecadação com a venda de direitos de atletas for alcançada.
Caso tudo isso aconteça, o São Paulo pretende procurar os responsáveis pela fiscalização do Profut para explicar suas contas. A ideia é apresentar o entendimento de que os valores referentes a acordos judiciais não podem entrar no cálculo por não fazerem parte do resultado operacional do exercício e por serem dívidas antigas, referentes a outros anos. Além disso, não serão pagas totalmente em 2019, apesar de serem lançadas no balanço deste ano. Os cálculos feitos pela direção são-paulina só reforçam a importância de negociar jogadores antes de dezembro terminar.
Fonte: Folhapress
São Paulo, Déficit, Profut, 2019, Tricolor
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