- A gente nunca fica feliz de se machucar, queremos ajudar o clube. Infelizmente acontece. Aqui vai ser diferente. Vou me dedicar mais, me empenhar mais, fazer os trabalhos preventivos para essas lesões não voltarem a acontecer - disse o jogador de 23 anos, antes de ressaltar que o problema em Minas não foi falta de foco.
- Eu não acredito que tenha faltado. Talvez eu não fazia como deveria. O pessoal aqui conversou comigo, me recebeu muito bem. Vou trabalhar para não acontecer mais e ter uma sequência boa.
Raniel custou cerca de R$ 15 milhões, pagos inicialmente pelo empresário André Cury e devolvidos pelo São Paulo, com juros menores do que o de um empréstimo bancário, a partir de janeiro de 2020. Dessa forma, o clube contratou um jogador que era observado há mais de um ano, de acordo com o diretor Raí, sem comprometer ainda mais o orçamento de 2019.
O desejo do Tricolor pelo jovem revelado no Santa Cruz aumentou após a chegada de Cuca, que pede um centroavante desde seus primeiros dias de São Paulo. O preferido era o argentino Juan Dinenno, do Deportivo Cali, que tem mais características de pivô do que Raniel. Mas ele garante que também é homem de área.
- Sou um jogador de área. Sou de movimentar, de estar perto do gol para finalizar aquela última bola.. Gosto de brigar pela bola também, mas gosto mesmo de estar dentro da área.
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